Por que meu bebê não dorme?
Por que meu bebê não dorme?

Uma das reclamações de muitas mães é que o bebê não dorme. Realmente esse problema é muito comuns entre os bebês e podem ocorrer por diversos motivos.

Um bebê recém-nascido precisa dormir, em média, de 16 até 20 horas por dia.

Se ele estiver dormindo menos do que isso ou até mesmo mais do que isso, o ideal seria levar até um pediatra para ver qual o problema.

Provavelmente não é nada sério e passará com o tempo, mas é sempre importante ter cautela quando o assunto é um bebê em desenvolvimento.

Basicamente um bebê nos primeiros 3 meses de vida só acorda quando está com fome, com calor, com frio ou com a fralda suja.

Se ele não estiver com nenhum desses ‘4 problemas’ ele provavelmente dormirá.

Mas, se isso não ocorre, pode ser que ele esteja passando por algum problema.

Outro ponto importante a frisar aqui. Uma bebê dificilmente dorme à noite toda.

Geralmente os ciclos de sono de um bebê são de até 4 horas. Conforme eles vão crescendo as ‘sonecas’ diminuem e com isso o sono noturno aumenta gradativamente.

 

O bebê não dorme, qual o motivo?

Bom, os motivos podem ser os mais diversos e é preciso prestar bastante a atenção no que pode estar desencadeando isso.

Mas, vamos apresentar aqui alguns dos principais motivos para o bebê não dormir.

Entre os motivos porque bebê não dorme estão:

  • Cólicas;
  • Fome;
  • Refluxo;
  • Dentes;
  • Crescimento;
  • Impedir as sonecas.

Vamos saber então Por que meu bebê não dorme?

Abaixo explicaremos melhor cada um desses tópicos.

1. Cólicas

As cólicas são muito comuns nos bebês, principalmente durante os 3 primeiros meses após o nascimento.

Um dos motivos é pois o bebê quando está no útero da mãe se alimenta pela corrente sanguínea. Ou seja, o sangue da mãe passa por dentro do bebê também, levando tudo que ele precisa.

Como estômago, intestinos e demais partes do trato digestivo só começam a funcionar após o nascimento existe uma fase de ‘adaptação’.

Nessa fase tudo que a mãe comer pode ou não trazer cólicas para o bebê. Essa fase costuma passar após os 3 meses.

Porém, ela retorna quando o bebê começa a ingerir outros tipos de alimentos além do leite materno.

Para cada alimento novo acrescentado a dieta da criança existe a possibilidade dela ter cólicas, gases, prisão de ventre, diarreia ou mesmo parar de fazer coco.

Existem medicamentos fitoterápicos como a Funchicória que auxiliam nesses problemas.

 

2. Fome

O bebê não dorme pois está com fome. Sim isso pode acontecer.

Nos primeiros dias após o nascimento o leite da mãe pode não ser o suficiente por ainda não ter ‘descido’.

Isso não significa que você deve parar o aleitamento materno e investir na mamadeira. Calma, quanto mais o bebê mamar, mais leite produzirá.

Não ter leite é comum para as mães de parto normal por até 48 horas após o nascimento.

Já as mães que fazem cesária existem casos de demorar até 4 ou 5 dias para a produção de leite estar em nível satisfatório.

Nos primeiros dias é comum que o bebê tenha fome por não saber que precisa mamar.

Isso também é normal, eles não sabem de início que precisam sugar os seios para o leite descer.

Quando a criança começa a ser alimentada também com alimentos pode ocorrer de ela não comer o suficiente por cansar de mastigar.

Então, a fome pode ser um motivo por qual o bebê não dorme.

 

3. Refluxo

Refluxo, azia e queimação podem ocorrer em crianças pequenas e isso ser um dos motivos pelo qual o bebê não dorme.

O refluxo é o mais comum entre eles. O bebê pode mamar demais e como não consegue ficar sentado tem refluxos constantes.

Isso pode atrapalhar o sono, trazendo irritação e outros problemas.

 

4. Dentes

O crescimento dos dentes pode provocar até diarreia no bebê, então é mais do que o comum que ela também impeça o beber de dormir.

O nascimento dos dentes pode começar a incomodar a criança até mesmo semanas antes dos dentes começaram a ‘rasgar’ a gengiva.

Os dentes podem trazer coceira e dores na gengiva. Em alguns casos a criança pode ter até mesmo febre.

Se for necessário algum remédio é importante que você consulte um médico. Não automedique o seu bebê.

Aquilo que funciona pro bebê da sua vizinha não significa que funcionará ou mesmo que seja indicado para o seu filho.

Você pode dar mordedores para o bebê conseguir coçar a gengiva e assim aliviar a ‘agonia’ e a coceira, facilitando assim o dormir.

Um algodão úmido e gelado com chá de camomila também auxiliam contra a coceira, desconforto e até mesmo dores.

Só cuide para a criança não engolir o algodão.

 

5. Crescimento

Isso é muito importante de saber. O bebê não dorme pois pode estar com dores devido ao crescimento.

A infância, principalmente os 2 primeiros anos, o desenvolvimento físico da criança é muito grande.

A dor do crescimento é algo que realmente acontece (pergunte para os adolescentes), principalmente as dores ósseas.

Se um Raio-X for tirado do corpo de uma criança se verá pontos próximos as articulações que são ‘diferentes’.

Essas partes são cartilaginosas e são por ali que o crescimento dos ossos acontecem.

Você pode consultar um médico e solicitar alguma medicação para o alívio dos sintomas do crescimento da criança.

 

6. Impedir as sonecas

Muitas mães (principalmente as ‘das antigas’) te dirão que você não deve deixar sua criança dormir durante o dia, ou ‘pelo menos’ não deixar ele dormir o tempo que quiser.

De acordo com essa teoria, se a criança não dormir durante o dia ela terá mais sono no período noturno.

Pois bem, se você está fazendo isso e o seu bebê não dorme da mesma forma, sinto informar, mas é exatamente por esse motivo que ele não dorme.

Impedir que a criança durma, além de atrapalhar o desenvolvimento dela (tanto o físico quanto o mental) pode deixar a criança irritada e até mesmo estressada.

Isso pode ser o motivo pelo qual o seu bebê não dorme.

Uma boa solução para resolver os distúrbios no sono em crianças e bebês é fazer um calmante natural. Você pode seguir essas dicas para que seu filho tenha uma boa noite de sono.

Considerações finais

O seu bebê não dorme por algum dos motivos listados acima. Se você não conseguir ‘diagnosticar’ o problema, procure um médico.

Além disso saiba que nem sempre o que é bom para a criança dos outros é bom para a sua também.

 

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